Os 5 mais famosos mascotes da Copa do Mundo
Os mascotes da Copa do Mundo viraram parte da festa tanto quanto os gols e as grandes jogadas. Desde 1966, cada edição apresenta um personagem que representa a cultura do país-sede e fica na memória dos torcedores.
Em 2026, o trio Maple, Zayu e Clutch dá as caras pelos Estados Unidos, México e Canadá. Antes de torcer pelos novos personagens, dá para relembrar os mais marcantes e ainda fazer apostas copa 2026 na Betnacional para curtir o clima do Mundial.
Mais do que enfeite, os mascotes ajudam a aproximar crianças e famílias do torneio, viram personagens de produtos oficiais e ganham vida em vídeos e jogos. Cada geração guarda o seu favorito, e essa memória passa de pais para filhos.
Selecionamos cinco mascotes que entraram para a história. Eles vão de um leão pioneiro a um tatu-bola muito brasileiro, passando por personagens que viraram febre mundial. Confira quem são eles.
Willie, o pioneiro de 1966
Willie é o primeiro mascote oficial de uma Copa do Mundo. O leão vestido com as cores britânicas surge na Inglaterra e cria uma tradição que dura até hoje.
Simples e carismático, ele abre caminho para todos os personagens que aparecem nas edições seguintes. Antes de Willie, nenhuma Copa tinha um símbolo animado para chamar de seu, e o sucesso foi tão grande que a ideia nunca mais saiu de cena.
Naranjito, a laranja de 1982
Na Espanha, Naranjito transforma uma laranja sorridente em febre mundial. Com o uniforme da seleção espanhola, o mascote conquista crianças e adultos.
Até hoje ele é lembrado como um dos mais queridos entre os mascotes da Copa do Mundo, símbolo de uma edição cheia de cor e alegria. Sua imagem aparece em pelúcias, desenhos e produtos que viraram febre na época.
Footix, o galo francês de 1998
A França apresenta Footix, um galo azul de crista vermelha, um dos grandes símbolos nacionais do país. O mascote acompanha a campanha do título francês em casa.
Carismático e elegante, Footix vira um dos personagens mais populares de todas as Copas e ajuda a transformar a festa de 1998 em uma das mais lembradas da história.
Fuleco, o tatu-bola brasileiro de 2014
Quando a Copa do Mundo chega ao Brasil, o escolhido é Fuleco, um tatu-bola que também serve de alerta sobre a preservação da espécie. O nome une as palavras futebol e ecologia.
Por aqui, ele se tornou um dos mascotes mais lembrados pela torcida, presente em produtos, vídeos e estádios durante toda a competição. Para muita gente, Fuleco é o personagem que melhor traduziu a alegria de receber o Mundial em casa.
Zabivaka, o lobo de 2018
Na Rússia, Zabivaka encanta com a energia de um lobo sorridente e esportivo. Com óculos e uniforme nas cores russas, ele se torna um sucesso de vendas.
O personagem fecha esta lista de mascotes inesquecíveis, daqueles que marcam a memória de uma geração inteira de torcedores.
Maple, Zayu e Clutch chegam em 2026
A nova geração já está em campo. O alce Maple representa o Canadá e aparece como goleiro, a onça-pintada Zayu simboliza o México na posição de atacante e a águia Clutch defende os Estados Unidos no meio-campo.
Cada um carrega um símbolo nacional dos países-sede e reforça a mensagem de união desta edição, a primeira disputada por três anfitriões. Os nomes também têm significado: Zayu vem do náuatle e remete a juventude, enquanto Clutch lembra os jogadores decisivos nos momentos quentes da partida.
Eles seguem a tradição dos mascotes da Copa do Mundo e prometem alegrar a maior edição da história. Para acompanhar essa festa, muita gente aproveita as apostas online na Betnacional como uma forma divertida de viver o torneio.
